Apple atende governo chinês


Banido não uma, mas duas vezes da App Store, da Apple. O app (que conta também com uma versão web, ainda acessível via iPhone) mostra os locais onde a polícia se encontra, bloqueios de ruas e locais de confrontos a partir de informações inseridas pelos usuários (outros aplicativos de mapeamento, como o Waze, fazem o mesmo e continuam disponíveis na App Store).

Definitivamente nesta quarta (9). A decisão veio depois da crítica publicada no dia anterior pela mídia estatal China Daily: "Fornecer uma porta de entrada para 'aplicativos tóxicos' está ferindo os sentimentos da população, distorcendo o que acontece em Hong Kong e indo contra as visões e os princípios do povo chinês.

Tecnologia de Hong Kong que o HKmap.live foi usado para emboscar e atacar policiais, além de ameaçar a segurança pública."

HKmap App nunca solicita, promove ou incentiva atividades criminosas; ele consolida informações de fontes públicas e de usuários, como transmissões ao vivo do Facebook e do Telegram.

Loja de aplicativos a pedido do governo chinês: ela também removeu (por "incluir conteúdo ilegal") o app do site de notícias Quartz (que tem feito uma cobertura ampla dos protestos).

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