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sábado, 2 de novembro de 2019

Filme Westworld


A série é inspirada em um filme de 1973. Com isso, e muita teorias sobre a produção atual em mente é quase impossível não ficar curioso sobre Westworld – Onde Ninguém Tem Alma.

Aqueles universo e satisfazer as vontades dos visitantes. A diferença está na complexidade. A trama do filme é muito mais simples apesar de compreender três parques, além do Westword (o "mundo do oeste" do título), também existem os mundos romano e medieval para os clientes escolherem.

John Blane (James Brolin) ao mundo do oeste. A dupla acaba comprando briga com o homem de preto Gunslinger (Yul Brynner), o que já era esperado na aventura do parque. Enquanto isso os técnicos do parque começam a falar de um defeito que se espalha entre os robôs como uma infecção. Mas mantém as atividades do parque normalmente.

E uma rebelião das máquinas acontece, centrada principalmente na figura de Gunslinger, o robô que interage com os protagonistas. A estes últimos resta tentar sobreviver.

Além do tempo limitado, o filme precisa contar toda a história em 88 minutos, acredito que a simplicidade se deve também à época de sua produção.

Ainda não existia a evolução técnica necessária para contar esta história de forma contundente. Seja em efeitos especiais, apesar deste ser o primeio longa comercial à usar processamento digital de forma significativa (para mostrar o ponto de vista dos robôs), em complexidade narrativa, e principalmente em tecnologia.

Gigantescas e muitos fios. Tecnologia wireless, informação integrada por wifi, telas sensíveis ao toque, comandos de voz, são idéias que nem passavam pela cabeça do roteirista. Era o futuro tecnológico possível para alguém de 1973 afinal.

Hora soa antiquado, hora não faz sentido algum. Assim como as escolhas dos técnicos, que os põem em apuros sem necessariamente a interferência direta dos robôs. Talvez não se trate da revolução das máquinas apenas, mas sim da incapacidade do homem em administrar a própria criação.

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